Uma jovem de 18 anos atirou 14 vezes contra um homem após descobrir que sua irmãzinha de apenas 5 anos teria sido 4bus4da por ele.

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Em Memphis, Tennessee, Estados Unidos, um caso envolvendo Alishon Torres, 18 anos, dividiu a cidade e reacendeu o debate sobre justiça com as próprias mãos.


Semanas antes do crime, a irmã mais nova de Alishon, de apenas 5 anos, teria relatado à família que Noe Santillan Rincon, 58, um homem do convívio deles, a havia tocado de forma inapropriada. A denúncia foi feita aos familiares, mas o caso ainda estava em apuração pelas autoridades.


No fim de fevereiro de 2026, segundo a investigação policial, Alishon encontrou Rincon na rua. Ela disparou cerca de 14 vezes contra ele, incluindo um tiro na cabeça. O laudo da perícia indicou o uso de duas armas diferentes durante a ação.


Após o ocorrido, Alishon foi presa. Ela responde pelos crimes de homicídio em primeiro grau, uso de arma de fogo na prática de crime grave e adulteração de provas. A fiança foi fixada em quase 1 milhão de dólares.


Em abril de 2026, a Justiça analisou as provas apresentadas pelo Ministério Público e decidiu que há elementos suficientes para o processo seguir. O julgamento ainda não aconteceu.


A promotoria sustenta que a ação foi premeditada, apontando o uso de duas armas e o número de disparos como indícios de planejamento. Já a defesa de Alishon contesta pontos centrais da investigação e da versão apresentada pela acusação.


O caso gerou forte comoção local. De um lado, moradores e grupos de apoio expressaram solidariedade à jovem, citando a dor da família diante da denúncia de abuso contra uma criança de 5 anos. De outro, especialistas e autoridades reforçam que, mesmo em situações de revolta, a lei não permite que cidadãos façam justiça por conta própria.


Fonte: WREG Memphis, Law&Crime


Por: Joel Capembe

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