Moçambique sem registo de casos de raptos há cinco meses

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Moçambique está há cinco meses sem registo de casos de raptos, disse ontem, em Bruxelas, o chefe do Estado, Daniel Chapo, indicando que as autoridades estão a trabalhar com "calma e serenidade" para travar este tipo de crime.

"Tínhamos situações de estrangeiros que queriam investir em Moçambique e que acabavam não investindo por causa deste crime concreto e nós estamos a trabalhar com calma e serenidade no combate a este mal e, neste momento já temos cerca de cinco meses sem nenhum rapto", disse Daniel Chapo, em Bruxelas, durante um encontro com a comunidade moçambicana do Benelux (Bélgica, Países Baixos e Luxemburgo).

Segundo o Presidente da República, o empresário português libertado na semana passada era o único refém ainda em cativeiro no país, destacando a redução de casos deste tipo de crime, fator essencial para atrair investimentos.

Chapo disse que o último rapto no país ocorreu em Outubro passado, mas que "felizmente, há sensivelmente dois ou três dias" foi possível "libertar o refém, que era o único que estava no cativeiro", pedindo aos empresários moçambicanos no Benelux a investirem no país.

O empresário português, de 69 anos, raptado a 7 de Outubro último, em Maputo, foi solto na terça-feira e já se encontrava na sua residência, em Maputo, capital do país, disse à Lusa fonte da família.

De acordo com Daniel Chapo, que assegurou que o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) continua a trabalhar para combater este tipo de crime, o empresário foi encontrado "debilitado e com problemas de saúde", mas resgatado com vida.

Fonte Folha de Maputo 


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