Um professor residente na cidade de Quelimane denunciou publicamente estar a ser alvo de descontos mensais indevidos na sua conta bancária.
Segundo o relato do docente, os débitos começaram a ser efetuados pouco tempo após ter realizado uma simples simulação de crédito junto de uma instituição financeira local.
O lesado afirma que, a cada final de mês, uma parte do seu salário é retirada da conta de forma automática. O professor assegura que nunca chegou a assinar qualquer contrato de empréstimo financeiro, nem autorizou a movimentação dos valores, estando privado do seu rendimento sem receber uma justificação formal.
Inconformado com a situação, o funcionário público já se dirigiu à instituição bancária envolvida para exigir esclarecimentos, mas garante que continua sem uma resposta clara sobre a origem dos débitos.
O caso acende o alerta sobre a transparência nos serviços financeiros e a proteção dos direitos do consumidor, levando o docente a apelar à intervenção das autoridades competentes para que o caso seja investigado.
