O caso ocorrido no bairro Grafanil levanta preocupações sérias sobre os procedimentos de comunicação em unidades hospitalares.
Segundo os relatos, o cidadão Miguel, conhecido por “Chemegue”, deu entrada no Hospital Josina Machel, também conhecido como Maria Pia, no dia 21 de Janeiro, tendo falecido no dia 26 do mesmo mês. No entanto, a família só tomou conhecimento cerca de dois meses depois.
A descoberta aconteceu quando os irmãos se deslocaram ao hospital para visitá-lo, vindo então a ser informados de que o mesmo já constava como falecido há várias semanas.
Nota editorial: Informação baseada em relatos, sujeita a confirmação oficial e esclarecimentos das entidades competentes.
GINGONA COMUNICA – A INFORMAÇÃO, AQUI GINGA.
